Se havia dúvidas… foram-se!

Joshua (e) e Parker unificaram cinturões. Faltou qualidade técnica (Reprodução)

Por Paulo Godinho

Ainda não se passaram duas horas do término da luta entre Anthony Joshua e Joseph Parker, evento em que o jovem pesado inglês teria muito a provar, não só a mim, mas a boa parte da imprensa de seu país que, entre outras coisas, questionava-lhe o queixo.

A vitória de Joshua por pontos foi indiscutível, mas a luta me mostrou que o astro inglês ainda é um boxeador em formação, pois nada mais mostrou do que administrar muito bem o alcance de seus golpes, livrando-se por vezes de uma ou outra atitude ofensiva, sempre desordenada, que o neozelandês mostrou durante os 12 tempos que ambos permaneceram do ringue no Principality Stadium, de Cardiff (País de Gales).

Joseph Parker na realidade, não era um desafiante, mas outro campeão, que colocava seu título OMB em jogo, contra mais três outros cintos, – AMB, FIB IBO – de Anthony Joshua. Uma luta entre dois lutadores campeões mundiais invictos, que eu não vi empenho de nenhuma parte, que eu fiquei esperando lances de boxe em alto nível que não aconteceram. É inacreditável! Havia dois campeões no ringue, quatro cintos em jogo, e o que eu vi só me deu a certeza de que o garotão inglês ainda tem tudo a aprender de boxe, fundamentos de defesa e de ataque. Baseou-se na potência do seu “punch” e não conseguiu colocar um único golpe que justificasse a sua marca anterior de 20 KOs em 20 lutas. Lento, sem nenhuma criatividade, esperando aquele golpe de sorte que lhe garantisse os títulos, esse foi o Anthony Joshua que eu vi hoje.

Joseph Parker começou a luta levando uma desvantagem enorme, pois sempre que se atreveu a invadir a curta distância de Joshua, que o mantinha distante com esquerdas longas, mas absolutamente deficientes. Os clinches sucessivos, não raras vezes deixaram o árbitro Giuseppe Quartarone sem saber ao certo de qual dos pugilistas reclamar, pois ora um, ora outro era digno de uma chamada de atenção. Parker sentia a dificuldade de se aproximar do inglês e, nas poucas vezes que o fez, valeu-se de cruzadões largos, que nos anos 40 eram chamados “swings”, os populares “mata-cobras”, que caracterizavam lutadores paupérrimos de técnica.

Estou curioso para saber o que a imprensa do Reino Unido vai dizer do seu meninão. Joseph Parker em nenhum momento mostrou-se preocupado em manter sua guarda colocada, valendo-se de uma cintura esperta e inteligente, quase salvadora, que hoje não lhe faltou. Passaram-se 12 etapas e eu não consigo me lembrar de ter visto uma única cena em que uma combinação de golpes bem executados, de ambas as partes, nessa luta da qual tantos esperavam tanto.

Resta Joshua vs Wilder?

Quando Deontay Wilder derrotou Luis Ortiz, num combate em que o ganhador no sétimo round quase foi demolido, mas no décimo conseguiu acabar o combate, muita gente viu que o diabo não era tão feio como parecia e vieram as criticas ao campeão CMB que, na base da sorte, da oportunidade e de sua pegada, mantivera o título. Se Wilder me mostrou muito boa resistência a golpes, por outro lado, sua técnica não apareceu, e aí, eu esperei até hoje para tirar as minhas dúvidas a respeito de Anthony Joshua, outro emérito pegador, que ganhou sua defesa de títulos, mas não conseguiu se mostrar como um legítimo campeão.

O que nos resta agora?  Nada além de um encontro de unificação de títulos entre Wilder e Joshua. Dois grandes pegadores, grandes no tamanho e no alcance de seus golpes. Tal e qual Wilder, Joshua pecou por não se utilizar de combinações de golpes, esperava o direto ou o cruzado salvador, que acabou não vindo. A luta entre eles é inevitável e não acredito em recordes de bolsa e pay-per-view. Pelo visto, e tão cedo, a categoria dos pesados ainda vai ficar devendo um campeão em toda a linha, como o foram em suas épocas Jack Dempsey, Joe Louis, Rocky Marciano, Muhammad Ali, Mike Tyson, Evander Hollyfield.

Eu tinha muitas dúvidas. Agora… não as tenho mais.

Joshua x Parker. Mais um tira-teima pesado

Por Paulo Godinho

Sábado, 31 de março, teremos o combate entre Anthony Joshua e Joseph Parker pela unificação dos títulos AMB/FIB e OMB. Até aí, uma disputa comum entre dois campeões de organismos diversos, mas a crítica imprensa inglesa ainda questiona o queixo do garotão Joshua, que lhe deu um susto, em abril de 2017, quando a revelação inglesa, enfrentando  Wladimir Klitschko, sofreu um KD no 5º tempo. É certo que ele se recuperou e despachou o ucraniano no 11º, retribuindo-lhe o passeio à lona e a decisão do árbitro encerrando a luta.

Joshua viria a enfrentar Carlos Takam em outubro do ano passado, impondo-lhe um TKO no 10º, sem se expor muito. Cumpriu tabela e agora vai encarar o neozelandês Joseph Parker, invicto e detentor do cinto OMB, mas cuja forma de lutar não me dá razões, ao contrário, para muitos que acreditam numa vitória dele no sábado. Assisti alguns combates de Parker e tive a impressão de que ele confia em sua capacidade de receber golpes e, por vezes, negligencia a defesa, revelando uma irresponsabilidade nada comum entre pesos pesados que desejam conservar seus títulos. Agora, ele irá enfrentar um adversário bem mais alto, com excelente alcance de golpes e mãos pesadas.

O estilo ofensivo de Joseph Parker estará correndo sérios riscos em facilitar o caminho para os golpes de Anthony Joshua, que é sempre um  pugilista paciente e calmo mas, nessa luta, poderá dar-se ao luxo de aguardar as precipitações do neozelandês para acabar a brincadeira, a hora que bem entender. Mas se Parker forçar o inglês a buscar luta, cobrindo-se bem e só batendo nos momentos em que encontrar brechas, estará contribuindo para as declarações de alguns jornalistas, que acham quer Parker poderá por Joshua fora de combate.

Unificação

Nos Estados Unidos, Deontay  Wilder estará aguardando o vencedor deste sábado para uma unificação completa de títulos. Em seu último compromisso, Wilder provou que aguenta  pancada mas, por outro lado, sua atuação, embora ganhando a luta, tecnicamente foi um desastre. Salvou-se, como diria o lendário Elair Reis (Jiu-Jitsu), via um “Lucky punch”.

Tudo me faz crer que veremos nos últimos meses deste 2018 o combate entre Deontay Wilder e Anthony Joshua, dois vencedores, comprovados pegadores, mas que ainda não conseguiram unanimidade na imprensa de seus países.  Contra eles ainda pesam aquele KD no 5º imposto por Wlad Klitschko em Joshua, e aquele aterrorizante 7º round, que Luis Ortiz teve Wilder nas mãos para finalizar e perdeu a chance de ser o primeiro cubano a reinar nos pesados.

É sábado, no Principality Stadium, em Cardiff( Reino Unido), arbitrada pelo italiano Giuseppe Quartarone. Pelo que já assisti de Joseph Parker, acho que Anthony Joshua não encontrará muita dificuldade em encerrar a contenda  antes do 12º tempo. Na programação, uma preliminar entre dois outros valores dos pesados: Alexander Povetkin (33-1-0) contra David Price (22-4-0).

Boxeador ganha processo por danos morais

Ao impetrar a ação, o pugilista pedia indenização de R$ 100 mil (Arquivo)

Em ação rara no país, o boxeador Claudio Roberto “Queixada” Morroni Porto, 46, teve confirmada a sentença de ganho de causa no processo por danos morais movido contra o Conselho Nacional de Boxe (CNB). O atleta teve seu nome usado inadvertidamente em combate disputado dentro de evento supervisionado pela entidade e transmitido pela TV.

Porto estava programado para atuar no espetáculo, contudo, comunicou lesão com alguns dias de antecedência, foi substituído por outro lutador, porém, seu nome foi mantido durante a transmissão. Pela decisão, o boxeador tem direito a receber R$ 30 mil por danos morais. O julgamento foi efetuado no último dia 15, com o acórdão registrado no dia seguinte, no processo que tramita na 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

O advogado de Claudio Porto conseguiu juntar provas de que o nome do atleta sofreu comentários depreciativos sobre sua performance e sua técnica ao longo da luta, afora a comunicação posterior da derrota por nocaute no quarto round ao site mundial de consultas Boxrec.com. Era Porto quem estava agendado para enfrentar Isaac Rodrigues até sua desistência pelo ferimento, sendo substituído por Alan Gomes Vaz, no programa desenvolvido no dia 15 de agosto de 2015, na cidade de Santos, estado de São Paulo.

Relatora do caso, a desembargadora Christine Santini destacou em seu voto que o dano sofrido pelo atleta é claro, uma vez que sua imagem foi comprometida em razão do erro da entidade e da emissora. “Evidentemente, tratando-se de pugilista profissional, a divulgação da perda de uma luta prejudica a imagem profissional e do autor, em especial considerando-se os comentários depreciativos a ele atribuídos”, afirmou a magistrada. A votação, unânime, também teve a participação dos desembargadores Augusto Rezende e Luiz Antônio de Godoy. Ao impetrar a ação, Claudio Porto pedia indenização de R$ 100 mil.

Hall da Fama do Boxe é construído na Rússia

Capital Moscou é uma das opções para a construção do Hall da Fama russo (Arquivo)

Para rivalizar com o modelo americano, os russos partirão para algo mais marcante e estão anunciando a construção de Hall da Fama do Boxe e de Centro de Boxe. A construção da edificação começa ainda neste ano e sua conclusão ocorrerá na temporada 2019, em coincidência com o período de disputa do Mundial de Boxe Amador em Sochi. Em março será decidido a cidade em que o salão terá sua sede.

A apresentação oficial do projeto está marcada para o próximo dia 1 de fevereiro com a presença de antigos e atuais campeões mundiais profissionais e olímpicos. “Vamos imortalizar nossos grandes atletas, além do fato do salão ser diferenciado por anexar um centro de desenvolvimento para competidores e treinadores, além da manutenção de alojamento”, explica Umar Fremlev, secretário-geral da Federação Russa de Boxe.

Filha pequena ameniza treinos de pesado Fury

Britânico Fury se derrete quando está com a pequena filha Venezuela (Reprodução)

Trabalhando com muito interesse no retorno às competições, o britânico Tyson Fury, 29, encontra formas de aliviar a tensão provocada pelo ritmo intenso que impõe à sua preparação. Quando chega em casa, o gigante de 2,06m se transforma em pai amoroso e zeloso e ajuda a mulher a cuidar da pequena filha Venezuela Fury nascida no ano passado.

“Eu relaxo após a sessão de treinos. Às vezes perdemos nossos pensamentos, pois sempre perseguimos por alguma coisa e nos esquecemos de agradecer o que já temos”, ensina Fury (25-0-0, 18 KOs), pai de outros dois filhos. O atleta está prestes a recuperar a licença de boxeador, vem reduzindo drasticamente seu peso e imagina voltar aos tablados ainda neste primeiro semestre. Fury não atua desde novembro de 2015 quando conquistou os cintos AMB, OMB e FIB dos pesados em triunfo sobre Wladimir Klitschko.

Jones Jr. revela acordo por luta de boxe com Silva

Há uma década, Jones Jr. (e) e Silva desejam trocar golpes nos ringues (Arquivo)

Perto de dizer adeus às competições profissionais, o americano Roy Jones Jr, 49, revela que tem acordo informal fechado com o brasileiro Anderson Silva, 42, para que eles, finalmente, subam ao ringue em algum momento ao longo desta temporada. Os dois mantêm relação cordial, contudo, sempre desejaram se encontrar nos ringues. De acordo com Jones Jr. só resta a autorização de Dana White, presidente do UFC, empresa com a qual Silva está sob contrato.

Jones Jr. (65-9-0, 47 KOs) assinala que já tem diversos investidores interessados em viabilizar o confronto com Silva (1-1-0, 1 KO nos tablados) dentro das regras do boxe. “Eu quero essa luta. O Silva quer essa luta. Nosso único obstáculo é mesmo Dana White”, desabafa o americano. Para pendurar as luvas oficialmente, Jones Jr. tem programado embate com o compatriota Scott Sigmon, marcado para 8 de fevereiro.

Murata defende contra Blandamura; Falcão espera

Ryota Murata ganhou o título mundial em outubro do ano passado (Divulgação)

A informação que dávamos em primeira mão há mai de uma semana foi confirmada somente hoje pelos representantes do atleta. O japonês Ryota Murata, 32, defenderá pela primeira vez o título “regular” AMB da categoria médio (72,5k) diante do italiano  Emanuele Blandamura, 38, em espetáculo programado para o dia 15 de abril na Arena de Yokohama, província de Kanagawa (Japão). No imbróglio para se entender tantos donos de cintos, cabe ressaltar que o supercampeão AMB da divisão é o cazaque Gennady Golovkin.

Relembre aqui: Antes de Falcão, Murata mira defesa com italiano

Murata (13-1-0, 10 KOs) conquistou o título, em outubro, em revanche contra o nigeriano Hassam N’Dam N’Jikam, depois de ter sido superado pelo mesmo rival em decisão controversa em maio do ano passado. Com seus promotores tentando transformá-lo em ídolo no país, Murata deve efetuar outras defesas em solo nipônico nos próximos meses. A princípio, Blandamura (27-2-0, 5 KOs) não é adversário capaz de criar forte obstáculo, pois ocupa a posição #10 na AMB e foi escolhido como exposição voluntária do cetro.

A decisão do time de Murata pode dificultar o desejo do brasileiro Esquiva Falcão de vingar a derrota na final olímpica Londres (Grã-Bretanha/2012). O brasileiro ainda não ocupa nenhuma posição entre os Top 15 de nenhuma organização e também não participou de lutas com duração mínima de 10 rodadas. Há o desejo do lado do time nacional em brigar com o japonês ainda neste semestre, mas por enquanto não passa de mera especulação.

Anthony Joshua avalia carreira sem atuar nos EUA

Campeão unificado dos pesados, Joshua atrai grandes públicos para suas lutas (Divulgação)

Com carreira impecável até o momento, Anthony Joshua, 28, acredita não ser necessário lutar nos Estados Unidos como forma de colocar seu nome entre os maiores da história. Sem nunca ter atuado profissionalmente fora da Grã-Bretanha, ele avalia ser possível seguir no caminho de triunfos, conquistar de títulos e atrair multidões para seus combates. Joshua não se sente seduzido para ficar diante das luzes de Las Vegas ou entrar no icônico Madison Square Garden de New York.

“Eu até pensaria em ir para os Estados Unidos se as pessoas me mostrassem que eu consolidaria meu legado. Mas tudo gira em torno do mercado. (A Grã-Bretanha) é muito forte, tudo é brilhante. Então porque eu deixaria de competir aqui?” questiona o invicto Joshua (20-0-0, 20 KOs), atual dono dos títulos unificados AMB e FIB dos pesos pesados.

Públicos gigantes

Joshua não crê em necessidade de partir para a América somente porque alguns compatriotas como Lennox Lewis, Amir Khan ou Ricky Hatton o fizeram no passado. “Não quero fazer só porque outros já fizeram”, desabafa o britânico de 1,98m. Ele lembra que suas lutas com Wladimir Klitschko, em Wembley, e Carlos Takam, no País de Gales, levaram 90 mil e 78 mil pessoas, respectivamente.

Público de quase 80 mil torcedores também é esperado para a próxima aparição de Joshua contra Joseph Parker, em 31 de março, no Principality Stadim (Gales). O triunfo pode levá-lo a ficar mais perto de encarar seu inimigo declarado Deontay Wilder – desde que este vença Luis Ortiz, em 3 de março nos EUA. Para Joshua o melhor cenário para abrigar a luta com o ianque seria mesmo Wembley e não Las Vegas ou New York. Onde mais um confronto com essa expectativa levaria mais gente que não a Grã-Bretanha?

Laila Ali tem desafio por luta com Claressa Shields

Ali (e) está fora do esporte há 11 anos; Shields é campeã unificada supermédio (Montagem: Carrera)

Muitas vezes ficar de boca fechada evita vexames previsíveis. Entretanto, sem medir palavras, Mark Taffet está pedindo para que Laila Ali, 40, saia do retiro esportivo de 11 anos para enfrentar sua pupila Claressa Shields, bicampeã olímpica, de apenas 22 anos, em plena atividade, com cinco lutas e atual dona dos cinturões CMB e FIB supermédio (76,2k). É a mesma classe de peso em que a herdeira do lendário Muhammad Ali construiu sua trajetória.

Para justificar sua ideia, Taffet lembra que durante mais de duas décadas trabalhou na HBO promovendo lutas de homens e mulheres. “Se você (Laila Ali) quer um grande combate para seus 40 anos, possamos fazer história e romper o teto de cristal para sempre, eu estou pronto. Vamos manter contato”, provoca o empresário por meio das redes sociais.

Invicta e campeã

Laila Ali (24-0-0, 21 KOs) foi uma das maiores responsáveis pela respeitabilidade do boxe feminino. Carregando nome famoso e procurando afastar-se das pressões naturais, ela estreou em outubro de 1999 e saiu em fevereiro de 2007, sem qualquer derrota e enfrentando as melhores rivais de seu tempo. Depois de obter o título mundial pela Wiba (Associação Internacional de Boxe Feminino), ela consagrou-se definitivamente com a conquista do cetro do CMB, sendo a primeira da história pela divisão supermédio da entidade.

O desafio lançado por Taffet certamente não mexerá com as atribuições de Laila Ali. Além de ser garota-propaganda de grandes marcas – pode ser vista no Brasil, por exemplo, em comercial de renomada produtora mundial de automóveis -, ela mantém programa na TV sobre cuidados com a saúde e ainda encontra tempo para dedicar-se a causas sociais tão bem disseminadas por seu pai, falecido em 2016.

Briga de torcida faz boxeadores fugirem do ringue!

Briga generalizada interrompe luta principal na França (Foto imagem: Carrera)

A selvageria das pessoas não tem sede tampouco limite e, desta vez, foi responsável pela interrupção abrupta da luta principal que estava sendo disputada neste sábado no Palais des Sports Marcel Serdan em Levallouis-Perret (França). O francês Marvin Petit e o compatriota Samir Kasmi, bem como membros de suas equipes, saíram correndo para não serem atingidos pelas cadeiras, garrafas e mesas arremessadas em direção ao ringue. Os atletas competiam pelo cinto AMB Continental da categoria leve (61,2k) e o combate acabou sem resultado. As autoridades policiais francesas agora investigam a origem e as causas do grave incidente e promete em pouco tempo apontar os responsáveis até porque parte deles estava em cima do tablado.

(*) Assista a momentos da briga generalizada