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Mulher que acusa Cotto tem danos emocionais PDF Imprimir
Sex, 11 de Dezembro de 2009

                        Ismael Fernandez/El Nuevo Día

Martha Acevedo trabalhou para lutador
Martha Acevedo trabalhou para o lutador

A venezuelana Martha Chacón Acevedo, que está movendo processo contra o três vezes campeão Miguel Cotto por abuso sexual, diz que está passando por sérios problemas emocionais desde que o fato veio a público nos últimos dias. “Estou muito abalada e tenho sofrido de ataques de ansiedade e pânico”, revela a mulher de 32 anos.

O caso que caminhava na esfera judicial sob sigilo acabou vazado pela imprensa mundial e Acevedo declara que teve de ir ao psiquiatra para tratamento desde que a primeira notícia foi veiculada. Segundo o advogado Héctor Pedrosa Luna, sua cliente foi obrigada a tomar calmantes.

Contratada para cuidar de uma das propriedades de Miguel Cotto, a venezuelana disse que manteve relações sexuais forçadas com o boxeador com medo de perder o emprego e não ter como sustentar os três filhos. Ela disse que se submeteu aos caprichos de Cotto durante quase um ano.

Os defensores do portorriquenho admitem que ele e Martha Acevedo mantiveram relações, porém, sempre de modo consensual. Entre outros fatos revelados como verdadeiros pela equipe de Cotto, estão o fato de o pugilista presenteá-la com CDs, DVDs e garrafas de champanhe. A mulher venezuelana foi contratada em dezembro de 2007 e despedida em outubro do ano passado.

 

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